Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 29/10/2019

A gravidez na adolescência: uma questão de educação e saúde publica

A filósofa Francesa, Simone Beauvoir em seu livro “Segundo Sexo” questiona sobre a questão da gravidez no contexto da modernidade, discute que a liberdade sexual da mulher que está cada vez maior, e consequentemente mais pretensa de engravidar, além de mencionar sobre as práticas de contracepção. Analogamente a obra, a questão da gravidez na adolescência na realidade Brasileira precisa ser reduzida, para isso é preciso da implementação de medidas governamentais na educação e na saúde.

A princípio, é evidente a necessidade de implantar projetos no âmbito educacional em respeito a essa problemática. Segundo o Ex-presidente da África Nelson Mandela: “A educação é a arma mais poderosa para se mudar o mundo”, com base nesse pensamento pode-se deduzir que o ensino na vida dos jovens é essencial para que fiquem conscientizados com relação a educação sexual e a importância de métodos preventivos em relação a sua vida sexual. Logo, é preciso que a escola atue como responsável por propagar essa questão aos seus alunos.

Ademais, A rede pública de saúde pode ajudar na causa divulgando esse tópico as famílias mais pobres. De acordo com o sociólogo Herbert de Souza: “Apenas a participação popular é capaz de mudar o país”, a partir da ideia do pensador Brasileiro é possível inferir que o sistema de saúde pode conduzir a ideia da gravidez precoce aos jovens e principalmente aos seus responsáveis com o intuito de buscar o diálogo com seus filhos e partilharem conhecimento a eles sobre esse problema. Sendo assim, é necessária a participação pública de saúde e principalmente dos pais dos adolescentes atuais na redução do tema aparente.

Portanto, é indispensável buscar a contorno no que diz respeito aos números de gravidez juvenil. Para isso, o MEC deve promover esse tema aos alunos por meio da implantação da educação sexual na base nacional comum curricular, a fim de educá-los sobre os assuntos situados a essa questão. Além disso, O Ministério da Saúde pode promover a divulgação da problemática através de assistência de profissionais de saúde em periferias. Para que os responsáveis e seus filhos fiquem conscientizados e o problema possa ser reduzido exponencialmente por meio da participação cidadã.