Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 30/10/2019

O filme ‘‘Juno’’ retrata a história de uma jovem chamada Juno que inicia sua vida sexual precocemente engravidando aos 16 anos. Fora da ficção, este cenário não altera-se, os índices de gestação na adolescência são crescentes. Nesse contexto, infere-se que a ausência de educação sexual nas escolas e o acompanhamento familiar influenciam para essa conjuntura.

Em primeira análise, é lícito postular que orientação é uma forma de prevenção. De acordo com o educador Paulo Freire, se a educação não transforma a sociedade, tampouco sem ela altera-se-à, logo, é conclusível que sem apropriada informação nas escolas sobre métodos contraceptivos e consequências de uma gravidez indesejada, esse panorama não será modificado, os jovens continuarão a iniciar vida sexual de forma prematura e descuidada. Logo, nota-se que medidas governamentais eficazes voltadas a instrução sucumbirão tal quadro.

Outrossim, é válido citar que, é dever dos pais nortear seus filhos e estar presentes em suas decisões. Dessa maneira, não cabe apenas aos professores a condução adequada dos jovens, mas principalmente aos pais que infelizmente encaram discussões sobre esse tema como um tabu e uma influência negativa aos filhos. Evidencia-se assim que, as famílias num todo necessitam de conhecença sobre a temática.

Em suma, a redução da gravidez na adolescência é um complexo repto  e precisa ser combatido. Dessarte, as instituições escolares devem buscar um mutualismo com os pais para promover debates sobre esse panorama, dessa forma, os pais dando liberdade as escolares para disseminar informações didáticas sobre o ponto em questão e as entidades educacionais inteirar aos pais o quão benéfico é a participação operante na vivência de seus filhos. Desse modo, atenuar-se-à, em médio e longo praz, as porcentagens de gestação juvenil.