Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 01/11/2019
O tabu em torno da educação sexual tem suas origens desde a colonização do país, com a associação da virgindade e com a influência de uma sociedade patriarcal que se estabelecia no Brasil. Por conseguinte, a persistência desse pensamento acerca do sexo apoia para desinformação sobre os meios de prevenção que, adiante corrobora para que se tenha em território nacional um número significativo de crianças e adolescentes que se tornaram pais de forma precoce. Logo, perante tal realidade, torna-se visível a necessidade de maior engajamento das políticas públicas a fim de obstar tal atualidade entre crianças e adolescentes brasileiros.
Antes de tudo, urge ressaltar as mazelas oriundas da gravides na adolescência. Como, a série de efeitos entre evasão escolar, o trabalho infantil a depressão e o preconceito do eixo social, assim como relata o documentário ‘’meninas’’ que mostra a vida de quatro mães em idade precoce, que residem nas periferias do Rio de Janeiro, expondo os desafios que elas enfrentam devido a condição em que se encontram.
Nesse sentido, mediante ao relato se tornam inegáveis as consequências maléficas da gravides precedente. Sobretudo, transfigura-se essencial a disseminação de informações perante a instrução sexual a crianças e adolescentes. Pois, assim como citou Frances Bacons: Conhecimento é poder. Logo, o conhecimento obtido pela informação pode então evitar que mais meninas se tornem mães de maneira prévia, como afirma o dado da Organização Mundial de Saúde, mostrando que quanto mais os jovens têm informações de qualidade sobre o tema, mais tarde iniciam a vida sexual.
Portanto, para difundir a educação sexual entre crianças e adolescentes, cabe ao Ministério da Educação em parceria com as escolas, por meio das aulas de ciências, introduzir a informação acerca do sexo. Com o propósito de evitar, no futuro, a gravidez extemporânea com o auxílio do conhecimento adquirido no ambiente escolar. Ademais, cabe ao Ministério da Saúde, juntamente com a mídia promover campanhas midiáticas, transmitidas pelos canais de comunicação mais influentes da contemporaneidade, como a tevê e a internet, em parceria com figuras procedentes da mídia (como atores). Com intuito de colocar a sociedade a par dos males que acompanham a gravidez na adolescencia, para que então, aos poucos o tabu em volta do sexo possa ser disseminado e de lugar ao entendimento.