Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 06/11/2019
Por mais que o tempo passe, alguns pilares de uma sociedade é composta por economia, saúde e educação pública, porém eles vem despencando no Brasil. Ambas trabalhando juntas ajudariam para diminuir a maternidade precoce, um problema entre uma sociedade que ainda consegue ser mudada por ações terciárias do governo.
Primeiramente, não é uma novidade em solo brasileiro a falta de investimento em questão ao descaso dos órgãos governamentais. Assim como a série “Jovens e mães” da “MTV” demonstra como essas mães sofrem para encontrar vagas de emprego porque empresas não desejam pagar salários para pessoas que podem entrar em licença por gravidez.
Segundamente, adolescentes que acabam engravidando cedo tem a dificuldade do corpo não estar totalmente preparado para um parto, causando a morte de muitas jovens em partos. Além disso, não dão opções para aborto de maneira legal, o que obriga um possivel bebê ter problemas de não conseguir ser sustentado ou, em muitos casos, ser indesejado.
Terceiramente, a educação sexual não é algo bem apresentado e ensinado aos jovens, principalmente o uso de anticoncepcionais. Um exemplo de boa aplicação é em “Sex Educacion”, uma série que mostra a vida sexual de meninos e meninas, ou seja, como eles lidam e precisam lidar em situações de prática ou das consequências do sexo.
Portanto, a gestação antecipada por adolescentes necessita de intervenção. O Ministério da Justiça deve criar leis que proíbam empresas de não admitirem mulheres por gravidez, por meio de emendas constitucionais, a fim de diminuir os problemas financeiros delas. Outra maneira é o governo junto a outros órgãos públicos liberarem o aborto por PEC’s e outros meios de mudanças na constituição, para que reduza o número de mortes do gênero feminino por ignorância de terceiros em não respeitar os direitos sobre seus corpos.