Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 07/11/2019

A gravidez na adolescência tem apresentado aumentos significativos nas ultimas décadas. De acordo com o ministério da saúde, 70% dos casos no Brasil são indesejados. Com isso, podemos analisar o contexto familiar, no que tange a educação fornecida,e, também o entrave histórico-cultural que coíbe a discussão da sexualidade.

A princípio é preciso entender que com as modificações sociais, as famílias tem usado a maior parte do tempo para relações fora do lar. E sendo a instituição responsável pela educação moral, danos serão causados a longo prazo.Com a constante terceirização da educação dos filhos , que é falha na transmissão de valores, não ensina que a vida sexual requer responsabilidade, e que a falta destas trazem prejuízos, como exposição a doenças sexualmente transmissíveis e gestação precoce.

Ademais, a influência que a igreja católica tem sobre a sociedade, inclusive no modo como é visto o tema sexo, faz com que o assunto seja pouco debatido. Isso acaba retendo informações que deveriam ser compartilhadas com os adolescentes. E na tentativa de promover a educação sexual na escola, os educadores são alvos de sanções sociais de orgãos administrativos que não respeitam a laicidade do estado. E sendo o homem fruto da educação, como afirma o princípio Kantiano, o não investimento em instrução social só pode resultar no constante aumento da gestação entre adolescentes.

Portanto, é por meio da educação que a gravidez precoce será combatida, por isso, cabe ao MEC por meio de palestras com especialistas em sexualidade juvenil, promover debates que incluem e instruem a familia sobre a importância da responsabilidade sexual, alem disso, o ministério da saúde deve realizar campanhas sobre os métodos contraceptivos que são ofertados pela rede pública de saúde. Com isso, haverá á conscientização dos jovens.