Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 10/11/2019

A adolescência sempre foi a fase mais complexa da vida do ser humano, desde as épocas antigas e modernas vemos que um “costume” como a gravidez antecipada de mulheres, já que o casamento era visto como a maior virtude social, porém foi sendo cada vez mais controlada e revisada conforme se passam-se os anos.

Mas, os tempos de hoje são divergentes e é visto com maus olhos as garotas que engravidam na adolescência sejam pelos pais, amigos, famílias e pessoas desconhecidas, os valores se mantém em meio a sociedade e se espera de nossos filhos que os mesmos os sigam de maneira correta. O número de garotas que engravidam entre os 15 a 17 anos é alto no mundo, e no Brasil esse dado se torna bem evidente, isso pode ser reparado pelo governo e também dentro de casa através dos pais ou responsáveis.

Uma boa parte das garotas que engravidam no país ainda não concluíram seus estudos, e não possuem as condições financeiras necessárias para criar um filho, e nem mesmo psicológico forte para lidar com as mudanças que a gestação trás consigo. Com a gravidez os estudos são interrompidos, os pais das crianças precisam procurar emprego e para a família um gasto a mais é adicionado porém a questão é cercada por mais problemas que se não forem reparados essa taxa poderá aumentar. O país também não possui a ajuda necessária para as pessoas que se encontram nesta situação e isso deixa a situação cada vez mais complicada.

Chegamos a conclusão de que cabe ao ministério da saúde junto dos governos municipais aumentar a demanda de campanhas através das mídias alertando sobre os riscos da gravidez na adolescência e as consequências que a mesma trás e da mesma forma incentivar os pais a conversarem com seus filhos sejam meninos ou meninas sobre relações sexuais e métodos contraceptivos, as escolas também podem colaborar dando aulas de educação sexual uma vez por semana. Assim, os riscos e as taxas diminuem dando espaço para um futuro mais promissor.