Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 09/11/2019
No século XXI, alguns pilares de nossa sociedade são compostas por economia, saúde e educação pública, porém todas estão em mal desenvolvimento no Brasil. Todas trabalhando juntas ajudariam a diminuir a maternidade precoce, um problema social que precisa ser mudado por ações terciárias do governo.
Em primeiro plano, não é uma novidade em solo brasileiro a falta de investimentos em questão ao descaso dos órgãos governamentais. Assim como a Série “Jovens e mães” da “MTV” demonstra como essas mães sofrem para encontrar vagas de emprego, porque empresas não desejam pagar salários para pessoas que tem a possibilidade de entrar em licença por gravidez.
Verifica-se também que os adolescentes que engravidam cedo têm a dificuldade do corpo não estar completamente preparado para um parto, o que, por conseguinte, causar a morte de muitas jovens em parição, como o jornal da globo “G1” diz que 5 mulheres morrem por dia por estas questões. Além disso, não dão opções para aborto de maneira legal, o que obriga um possível bebê de não conseguir ser sustentado ou, em muitos casos, ser indesejado.
Em sumo, a educação sexual não é algo bem apresentado e ensinado aos jovens, principalmente o uso de anticoncepcionais. Um exemplo de boa aplicação é em “Sex Educacion”, uma série que mostra a vida sexual de meninos e meninas, ou seja, como eles lidam e precisam lidar em situações de prática ou das consequências do sexo.
Portanto, a gestação antecipada por adolescentes necessita de intervenção. O Ministério da Justiça deve criar leis que proíbam empresas de não admitirem mulheres por gravidez, por meio de emendas constitucionais, a fim de diminuir os problemas financeiros delas. Outra maneira é Governo junto a outros órgãos públicos liberarem o aborto por PEC’s ( Proposta de Emenda Constitucional), para que reduza o número de mortes do gênero feminino por ignorância de terceiros em não respeitar seus direitos sobre seus corpos.