Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 11/11/2019

Nenhum filme ’’ Juno ’’ é retratado como mudanças na vida de uma adolescente ou gravada, como uma dúvida entre aceitar ou não uma criança e a escolha de pais capazes de adotá-la. Fora da ficção, pode-se observar, no século XXI, uma importância da discussão e reflexão sobre esse assunto. Contudo, no contexto atual brasileiro, a gravidez na adolescência apresenta pouca repercussão, o que dificulta sua redução. Destarte, é necessário analisar como razões que tornam essa problemática uma realidade no pais. Nesse contexto, cabe abordar como interromper o diálogo sobre relações sexuais com os jovens aumenta os riscos de gravidez. De acordo com os artigos, uma política deve ser usada como meio de promoção do avanço da forma social justa e igualitária. No entanto, como as escolas não promovem palestras e discussões sobre educação sexual, o que implica, no jovem, a carência de conhecimento e a preparação sobre o assunto. Isso agrava, na maioria dos casos, uma vergonha que o adolescente sente em relação a atos sexuais, ou que impede de conversar com um familiar sobre formas de prevenção antes de iniciar uma vida sexual, ou pede para quem usa camisola. Logo, verifique se não há informações prejudiciais sobre o jovem e sobre os riscos de uma gravidez precoce. Ademais, outro fator saliente é o perfil das meninas que apresenta altas chances de gravação. Segundo Ministério da Saúde, uma gravidez na adolescência atinge, em sua maioria, uma mulher de baixa renda e periférica. Nesse sentido, note que o contexto social e cultural dos adolescentes tem diferentes significados para a gestação. Por exemplo, a gravidez pode ser usada como estratégia para alterar o status social de uma pessoa, além de que, de acordo com o site “Childhood”, uma periferia é uma região com maior índice de gravidez indesejada devido a fortes chances de ocorrência sexual. Nessa perspectiva, percebe-se como os adolescentes adotam políticas públicas que protegem as condições de segurança e os responsáveis ​​pela decisão materna. Portanto, diante dos aspectos observados, medidas são necessárias para resolver esse problema. Assim, cabe ao Ministério da Educação, em parceria com a mídia, promover uma discussão sobre gravidez precoce, por meio de propagandas e palestras sobre a importância da educação sexual para jovens, com o uso de formar ou sensibilizar a população com relação a respeito desses assuntos. assunto. Outrossim, concorra ao Poder Legislativo, por meio da criação de leis, garantir condições estáveis ​​para adolescentes grávidas com o perfil socioeconômico significativo, um fim de oferta equivalente a essa parcela da população. A partir disso, espera-se promover uma melhoria na questão da gravidez na adolescência no Brasil.