Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 12/11/2019
Por mais que o tempo passe, alguns pilares de uma sociedade é composta por economia, saúde e educação pública, porém eles vem despencando no Brasil. Isso seria facilmente resolvido se trabalharmos juntos para diminuir a maternidade precoce, um problema entre a sociedade que ainda consegue ser mudada por ações do governo.
Primeiramente, não é uma novidade em solo brasileiro a falta de investimento em questão ao descaso dos órgãos governamentais. Assim como na série “Jovens e mães” da MTV demonstra como essas mães sofrem para encontrar vagas de emprego porque empresas não desejam pagar salários para pessoas que podem entrar em licença por gravidez.
Em segundo lugar, adolescentes que acabam engravidando cedo sofrem a dificuldade do corpo não estar totalmente preparado para o parto, e muitos acabam morrendo na mesa de cirurgia. Além disso, não há opções para o aborto de maneira legal, o que obriga a pessoa à clinicas clandestinas, que apresentam sérios riscos de infecções e morte.
Em terceiro, a educação sexual não é algo bem apresentado e ensinado aos jovens, principalmente o uso de anticoncepcionais. Um exemplo de boa aplicação é em “Sex Education”, uma série que demonstra a vida sexual de meninos e meninas, ou seja, como eles passam por situações na prática e as consequências do sexo.
Portanto, a gestação antecipada por adolescentes necessita de intervenção. O ministério da Justiça deve criar leis que proíbam empresas de não admitirem mulheres por gravidez por meio de emendas constitucionais a fim de diminuir os problemas financeiros delas. Outra maneira é o mesmo junto à orgãos públicos liberarem o aborto para reduzir a taxa de mortalidade de jovens que engravidam precoce.