Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 20/11/2019

A gravidez por natureza é um presente inerente ao ser humano, lhes proporcionando o prazer emocional que a mesma o concede. No entanto, no Brasil tal felicidade está relacionada à problemas que, em sua maior parte, descende da precária administração pública vigente. As ações governamentais que por sua vez não demonstram eficiência, tem constrangido a sociedade e gerado entráveis para o desenvolvimento do país.

É notável que boa parte da adolescência de um indivíduo é regida por atos inconsequêntes. Nesse contexto, torna-se evidente a importância governamental de caráter acentuado sobre esta camada social, de modo que acrescente a estes os elementos necessários no tocante a suprir as demandas sociais. A vereadora Tabata Amaral afirma que a educação é o único meio por qual todos os problemas podem ser resolvidos. Nesse âmbito, as aplicações do investimento público para esse problema transparece, e escancara a mal aplicação da verba pública.

Ainda assim, pode-se notar outro grande engodo administrativo que encontra respaldo na fala do presidente Jair Bolsonaro, que diz e breca as possibilidades da educação sexual ainda no ensino fundamental sob consequência do viés religioso num país de cunho laíco. Há portanto uma suma importância vinculada aos pais e responsáveis que tenham interesse em demonstrar pro governo que essas medidas são válidas. Os demais - tomados pelos preceitos antigos - dificilmente darão feedback positivo sobre esta determinada medida.

Portanto, fica a cargo do Ministério da Educação transmitir para os demais entes a importância de atos administrativos de intuito informativo sobre o problema para que haja maior condicionamento de verbas para perímetro educacional. É imprescindível ainda, nesse ângulo, a participação da população por meio de protestos pacíficos para demonstrar a consistente mudança no pensamento social, gerando por sua vez reflexões nos chefes de Estado. Desse modo, a informação transformará o pensamento dos jovens já educados na infância e, por conseguinte a reflexão antes de fazer filho sem responsabilidade.