Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 21/11/2019
Segundo a Constituição Federal de 1988, a educação é direito de todos e dever do Estado e da família. Entretanto, é notório, que a maioria das famílias brasileiras não realizam sua parte na educação dos indivíduos, principalmente a sexual. A ausência da educação sexual e a falta de diálogo entre pais e filhos, são umas das maiores causas da gravidez precoce.
Diante do atual governo do país, a educação sexual é vista como incentivo a sexualização de crianças e adolescentes. Contudo, esse tipo de conscientização nas escolas ajudariam os estudantes a se prevenir não só da gravidez, mas também de doenças sexualmente transmissíveis e assédios.
Ademais, o diálogo por parte dos pais têm grande importância, haja vista que possa ser feito mais cedo devido a intimidade da família ser maior. Sendo assim, a criança ou jovem poderá identificar assédios e abusos de parentes e informar aos responsáveis.
O Ministério da Educação (MEC), portanto, deve fornecer educação sexual por meio de aulas nas escolas, para que os jovens se previnam de gravidez, doenças e assédios. Desta forma, o índice de gravidez na adolescência iria cair, juntamente com os números de abuso sexual.