Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 11/12/2019
A gravidez na adolescência é um fator preocupante no Brasil. Apesar de em queda, ainda afeta milhares de meninas anualmente, principalmente aquelas mais pobres, de periferia e com baixo grau de escolaridade. O governo pode ter um papel importante na prevenção da gravidez precoce, ao atuar nos diversos ambientes sociais dessas meninas, propagando conhecimentos essenciais para evitar que elas venham a engravidar.
A escola é, por muitas vezes, o ambiente em que os adolescentes mais interagem socialmente. Local de aprendizado de disciplinas como português e matemática, também poderia ser uma fonte segura para que meninos e meninas aprendam sobre vida sexual. E como estão em grupos, poderiam ser realizados debates sobre o tema, uma vez que eles estão entre pessoas com as quais se sentem seguros e confortáveis.
Outro ambiente necessário para essa discussão é a própria casa do indivíduo. Para isso, os pais também devem estar munidos de informações confiáveis sobre gravidez e sexo. O governo, além de ter como alvo os adolescentes, poderia mirar os pais, uma vez que estes são, por muitas vezes, os modelos seguidos por seus filhos.
Desse modo, as medidas que o governo poderia tomar, são: preparação de professores e treinamento para que estes consigam dialogar com seus alunos adequadamente sobre sexo, promoção de debates em escolas, conscientização da população em geral, inclusive adultos, conscientização de pais, seja através de anúncios, seja através de conversas com seus médicos, inclusive de mulheres já grávidas, para que estas ensinem seus filhos desde cedo. Só através do conhecimento é que se pode evitar que mais futuros sejam alterados por uma gravidez não planejada.