Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 15/12/2019
Gravidez na adolescência. Supostamente, quando se ouve isso, já é enfrentado como um tabu, porque realmente é ainda. É um tabu, porque quando se trata de sexualidade, as pessoas enfrentam-a com uma sagacidade maliciosa o que devia ser enfrentado com séria responsabilidade.
O Brasil é um dos países com índice mais alto de meninas adolescentes que engravidam entre 15 e 19 anos; foram feitas pesquisas nos anos de 2005 e 2015 da taxa de natalidade entre jovens, apesar de apresentarem uma queda de 17%, ainda não é algo significativo para o país. Por consequência, isso tem um grande envolvimento com o estado de vida econômico do casal, onde geralmente afeta os mais pobres; que não possuem tanto acesso a meios contraceptivos, informação por parte dos pais (que encaram isso com medo e receio, entendendo que estão estimulando seus filhos fazerem sexo o que seria apenas uma orientação.
Um filho não é mais um objeto apenas, só mais uma vida no mundo, muito pelo contrário, é mais um ser respirando, funcionando, vendo, ouvindo. Um filho tem que ser visto com amor, com carinho, com felicidade; quando é planejado quando acontece na hora certa com orientação, responsabilidade de ambas partes, realmente é um acontecimento mágico na vida dos pais e de toda a família. Agora quando acontece pela insolência dos pais, o filho na sua tamanha inocência, acarreta diversos problemas, na vida da família em si e principalmente dos seus pais.