Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 06/01/2020
Em análise aos séculos passados, desde o início no século XX a idade da primeira menstruação diminuiu de maneira progressiva, iniciando precocemente a fase fértil da mulher tendo influência nas gestações precoces, causando preocupações quanto à incapacidade física e psicológica da jovem mãe, quanto a tendência do aumento da miséria pela falta de recursos e assistência familiar e governamental.
Embora a menina esteja começando seu ciclo menstrual precocemente, isso não significa que seu corpo esteja adepto para geração de uma vida. De acordo com o ponto de vista médico o período uterino ideal para a gestação é a partir de 21 anos de idade, contudo o PNDS (Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde) mostrou que 14% das meninas entre 15 e 19 anos já têm um filho, idades estas que a gravidez pode apresentar riscos, como exemplo as falhas genéticas e o má desenvolvimento fetal.
Desse modo, observa-se na maioria dos casos que a adolescente sofre abuso ou não tem boas instruções sexuais, contribuindo para o crescimento de uma sociedade machista e discriminatória, tendo como resultante o surgimento de mães sem estruturação que deveriam estar brincando de bonecas ao invés de estar trocando fraldas de outra criança que não terá um futuro muito diferente visto que, a gravidez na adolescência acontecem mais em regiões pobre e sem oportunidade.
Portanto, para a redução da gravidez precoce na adolescência a OMS (Organização Mundial da Saúde) deve oferecer melhor preparação aos profissionais da saúde principalmente aos que exercem serviço público como ajuda na educação sexual e na acessibilidade aos anticoncepcionais, além de o Ministério da Educação proporcionar às jovens cursos técnicos pelo SENAC para que assim seja construído novas oportunidades e um futuro melhor e esperançoso.