Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 26/02/2020

Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa a questão da gravidez na adolescência, no Brasil, hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade do país.

É indubitável, que a questão constitucional e sua aplicação estejam entre as causas do problema. Tal fato, se reflete nos escassos governamentais em tecnologia, medidas que ampliariam os  conhecimentos dos estudantes como a prevenção da gravidez, medidas que tornariam o ambiente escolar mais informativo e devido à falta de administração e fiscalização pública por parte de algumas gestões isso não é firmado. Segundo o IGBE, as idades das mães variam entre 10 e 19 anos, evidenciando que necessita a implementação da educação sexual nas escolas.

Outrosssim, destaca-se a falta de diálogo entre pais e filhos como impulsionador do problema. De acordo com Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que os responsáveis pelas de menores poderiam instruir suas filhas acerca de relações sexuais, quebrando tabus e ajudando a impedir gravidez importuna como dito pela presidente da SGP, Marise Tofoli, os adolescentes precisam de orientação e conscientização.

É evidente, portanto, que ainda há entraves que visem garantir a construção de um mundo melhor. Destrate, o Ministério da Educação poderia investir em ampliação de conhecimento e tecnologia para que a educação sexual seja ampla. Como já dito pelo pedagogo Paulo Freire, a educação mudam as pessoas e essas mudam o mundo. Logo, o Ministério das comunicações precisa investir em propagandas envolvendo pais e filhos sobre a importância do diálogo no convívio social visando uma adolescência consciente e segura.