Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 13/03/2020

Promulgada pela ONU em 1948, através dos Direitos Humanos, todos os indivíduos tem direito a educação. A permanência do número de adolescentes grávidas no Brasil, mostra o déficit que o país apresenta em relação a educação sexual. É indispensável que medidas devem ser realizadas para a diminuição do referido problema.

A temática acerca do sexo é ainda um tabu na sociedade brasileira. A série “Jane, a virgem” retrata que a falta de comunicação com  os adolescentes, pode gerar uma gravidez indesejada. A falta de orientação sexual dos responsáveis e da escola - devido ao receio de que o diálogo seja um meio para o incentivo - ocasiona um significativo número de gravidez precoce.

Ademais, a gravidez está diretamente relacionada a questões de saúde da mãe e do filho. A concepção de uma criança fora do planejamento familiar, pode gerar diversos problemas psicológicos e físicos na progenitora, enquanto que na criança, pode gerar má formação e até mesmo o óbito. Pesquisas apontam que 20% da mortalidade infantil ocorrem de bebês concebidos de mães entre 15 e 19 anos.

É indubitável que a permanência do tabu em questões relacionadas ao sexo, é um agravador do grande número de adolescentes gestantes no Brasil. Cabe-se ao MEC a inclusão da matéria a respeito da educação sexual nas escolas, utilizando-se de profissionais da área da saúde especializados no assunto, para orientar os jovens, através de aulas realizadas em classe.