Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 03/03/2020

Biologicamente, um organismo até os 19 anos não está totalmente formado e pronto para uma gestação, podendo acarretar em problemas na gravidez que nada mais é que o periodo que se inicia na formação do zigoto, até o dia do nascimento do individuo. Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência estão cada vez mais presentes, como campanhas que suprem a falta de prevenção e projetos dedicados a instrução dos jovens na vida sexual.

Resultado como o da pesquisa divulgada em 2018 pelo Ministério Da Saúde se tornam realidade, os números mudaram: é o que mostra a analise realizada, demonstrando uma diminuição desacerbada no número de meninas gravidas entre 10 e 19 anos. Ações como a realizada pelo Ministério da Saúde que até hoje distribui camisinha, método contraceptivo além de prevenir a infecção por doenças sexualmente transmissíveis tem grande influencia nos jovens.

Com o lema: Adolescência primeiro, gravidez depois, o governo lançou outra campanha, estruturada conjuntamente pelos Ministérios da Saúde e da Mulher, Direitos Humanos e Família. Para jovens de 15 a 19 anos, o material debate os riscos e as consequências da gravidez na adolescência. Para quem tem entre 10 a 15 anos, a orientação é retardar o início da vida sexual, assim evitando que os números, como o da primeira pesquisa citada, cresçam novamente.

Todas  campanhas e investimentos feitos pelo governo, estão longe de que estes números sejam minímos, para isso, é necessário que se tenha mais verbas para que o Ministerio da Saúde junto do Ministério da Educação apresentem projetos escolares e concentizem mais jovens, além da instrução que deve ser concebida de pai para filho, somente assim, o Brasil podera minimizar mais o número de jovens grávidas.