Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 30/03/2020
É inadmissível que algo tão relevante quanto a gravidez na adolescência não tenha gerado comprometimento suficiente de governantes para a realização de ações que promovam a sua redução no Brasil. Isso confirma o que revela Kant quando afirma que o ser humano é aquilo que a educação faz dele. A constatação dessa lamentável escassez desse recurso educacional, e também, da falta de pronunciamento diante as divulgações de prevenção dada pelo governo, que nem todos possuem acesso para este, é preocupante diante da urgência de vencer desafios e contribuir para o alcance do objetivo em pauta.
Vale mencionar como primeiro desafio para o melhoramento de tal cenário o providenciamento de educação sexual nas escolas, pois a falta desta ferramenta causa a falta de orientação em adolescentes que engravidam precocemente. Nesse sentido, o pensamento Durkheimiano ao afirmar que o ser humano é aquilo que a sociedade faz dele. Realmente, é comum, que o grupo social brasileiro trate a sexualidade como um tabu, e consequentemente, terá jovens vulneráveis no que diz respeito às consequências de uma gravidez precipitada.
Ademais, outro percalço é em relação a divulgação, em que ela deve ser precisamente aumentada. Pois o Sistema Único de Saúde(SUS) já fornece contraceptivos masculinos e femininos para a população gratuitamente. Nos postos saúdes já há a distribuição de camisinhas para os homens, de anticoncepcionais para as mulheres e a implementação de diu’s nelas, e a falta dessas informações nas comunidades carentes decorre a gravidez na adoslecência, pois sem esse suporte, eles também não procuram se informar sobre o isto.
Diante das considerações supraditas, pode-se concluir que, a fim de diminuir a gravidez na adolescência no Brasil por meio de ações governamentais, é necessário ressaltar a ineficiência das campanhas públicas, pois apesar de existirem elas são minoritárias, por isso há uma menor repercussão pela sociedade. Portanto, com uma divulgação maior e precisa em escolas e pela internet, que são uma das maiores fontes para o acesso do adoslecente, explicando os malefícios causados pela gravidez no adolescente e como se previnir adequadamente para evitar a gravidez, e também de outras doenças causadas pela falta de orientação e prevenção, como as DST’s. Com isso, eles possuirão uma educação necessária e eficiente sobre o assunto, e assim, o número de casos de bebês gerados por adolescentes diminuirá gradativamente.