Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 31/03/2020

Promulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos o direito à educação e ao bem-estar social. Todavia, a cada ano o número de gravidez precoce sobe de forma absurda, conveniente da falta de conhecimento com os preservativos, como também os abusos sexuais. Nesse sentido, é necessário que argumentos sejam encontrados a fim de resolver essa inercial problemática.

A princípio, é importante destacar a falha de experiência como agentes problemáticos para o impasse. Segundo o pensador, Dablio Vasconcelos, ´´Nem toda gravidez nasceu!``. De forma crucial, muitos jovens, cujas idades de 10 à 20 anos, acabam tendo relações sexuais muito cedo, e conjunto com a falta de conhecimento de como usar  preventivos, por exemplo, camisinhas e pilulas, faz com que surge uma gravidez indesejada. Com isso, muitas mães adolescentes acabam deixando a escola para cuidar dos filhos e abandonando definitivamente os estudos.

Ademais, é mister salientar, a violência sexual como impulsionador da problemática. De acordo, com a Pesquisa do Ministério da Saúde, revela que, mais de 1.800 meninas entre 10 e 14 anos, em 2011 e 2016, ficaram grávidas em decorrência de abuso sexual. Devido a isso, muitas jovens acabam tendo problemas psicológicos, como, traumas e reflexos na fase adulta, por terem que enfrentar grandes responsabilidades como mãe tão cedo, e por isso, muitas delas acabam optando o aborto.

Infere-se, portanto, a necessidade para amenizar o quadro atual. Nesse sentido, é estimado que o governo em parceria com as mídias, crie eventos  informativos, exemplo, palestras e mesas redondas, e grupos de apoio, como programas terapêuticos. A fim de que, ensine formas de se prevenir de uma gravidez, como também ajudar a reconstituir o emocional do adolescente.