Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 03/04/2020
A ministra da família levanta a bandeira do sexo tardio como medida de prevenção, num Brasil que cada vez mais transa cedo. Isso se deve à temeridade juvenil e a carência de suporte familiar. Logo, o governo federal em coordenação com governos estaduais, municipais e empresas devem fazer mudanças no sentido de promover o melhoramento do quadro hodierno.
Ademais, a violência sexual, seja de adolescente em adolescente, seja de varão em adolescente, vitima muitas jovens brasileiras, as quais são constrangidas a fazer um parto indesejado, e, em consequência, perdem a motivação e as possibilidades de estudo ou trabalho. Além do mais, lamentavelmente, muitos optam pelo abortamento, que é, no sentido ontológico, um homicídio.
Demais, a juventude é “onipotente”, ou seja, são vaidosos e julgam-se acima dos estudos e dos empregos, tanto que, expõem-se a perigos tremendos para sua vida, como: drogas, sexo, etc. Também, as táticas de prevenção são um paliativo desgostoso, pois impedem a florescência da vida e, em alguns casos, são abortivos. Enfim, os nenês são maltratados em vários casos.
Portanto, o Governo federal com os governos estaduais, municipais e empresas privadas deve intervir na vida dos cidadãos, para seu próprio bem. fazer-se-á isso com dinheiro advindo de cofres públicos. Além disso, os governos devem envidar esforços para a fundação de grupos e projetos para as afetadas, bem como investir em palestras e seminários sobre sexo consciente. Ainda, deve haver um incentivo ao sexo tardio dentro do casamento, onde se acha o único lugar lógico para tais intercursos, pois fora do casamento, o sexo contraria a natureza. Tudo isso, deve ser efetivado com o bem dos jovens em em mente, bem como da linda criança vinda desses relacionamentos daninhos.