Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 04/04/2020
Atualmente, com o avanço social a população veio adiquirindo na sua vida o planejamento familiar que tornou a taxa de natalidade menor, no entanto, este fato é contraditório em relação aos jovens de baixa renda. Certamente, a gravidez na adolescência vem crescendo cada vez mais e consequentemente os problemas acarretados por este, fato esse que se deve a ausência da educação social e da dificuldade de disponibilização de metódos contraceptivos.
A princípio, a ausência da educação sexual, seja por parte da família, seja por parte da escola, é um dos grandes pilares para a gravidez precoce. Nessa pespectiva, a série americana Sex Educacion, mostra a situação de vários jovens que são ignorantes no assunto e recorrem a outros da mesma idade para esclarecerem suas dúvidas, o que torna evidente a falta de ensinamentos referente a esse assunto pela parte familiar e escolar. Desse modo, muitos jovens não conhecem ou não sabem como utilizar os metódos contraceptivos e dessa forma, acabam gerando o nascimento de um embrião que acarreta na perda da sua juventude .
Ademais, nota-se que grande parte das gravidez precoces vem da população de baixa renda, fato este que pode ser associado a pouca disponibilidade de metódos contraceptivos. De acordo com o IBGE, a taxa de natalidade por jovens de baixa renda, cresce cada vez mais, tal fato é particular desse grupo devido as suas condições precárias que corroboram para a dificuldade de acesso nos postos de saúde que disponiblizam meios de prevenção gratuítos, ou até mesmo a falta de recursos financeiros para adiquiririrem outras opções. Sendo assim, tais fatores colaboram ainda mais para o crescimento da miséria, pois muitos dos adolescentes não sabem e não possuem condições de criar um filho.
Portanto, medidas são necessárias para a diminuição da gravidez precoce e dos problemas gerados por este. Logo, Instituições escolares com o apoio familiar, devem elaborar metódos para transmitir a educação sexual para os adolescentes, por meio de palestras e rodas de conversas que proponham o dialógo de maneira didática, a fim de colaborar para o conhecimento e aprendizagem desse assunto, promovendo assim a prevenção de consequências indesejáveis. Ademais, o Ministério da Saúde deve disponibilizar diferentes metódos contraceptivos que sejam gratuítos e distribuídos à população de baixa renda. Assim, os problemas sociais causados pela gravidez antecipada diminuiram e o planejamento familiar também atuará a favor dos jovens.