Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 08/04/2020
A gravidez na adolescência é mais comum do que se crê, os assustadores números chegam a nos informar que mais de cem mil casos ocorrem por ano. Essa situação é de gigantesca preocupação no Brasil, já que gera vários problemas como a evasão escolar e um aumento no ciclo da pobreza no país.
Primeiramente é de suma importância destacar que a gestação precoce é uma enorme soma de responsabilidades na vida de uma adolescente, que por consequência, cerca de 30% das mãe adolescentes não finalizaram o ensino fundamental e menos de 20% conclui o ensino médio, de acordo com pesquisas realizadas pelo G1 em 2019. Assim, aumenta-se a dependência de programas públicos como o bolsa família e a cesta básica emergencial, além de causar desemprego e uma baixíssima qualidade de vida para mãe e filho.
Seguidamente, é impossível não apresentar o seguinte problema: A pobreza, já que ao abandonar os estudos a possibilidade de possuir um bom e estável emprego é muito pequena. O problema ganha uma escala ainda maior, uma vez que uma gravidez adolescente pode causar um ciclo de pobreza devido a ocorrência repetida da situação, que pode persistir por várias gerações em uma mesma família.
Emfim, é necessária uma solução, que pode ser fornecida pelo Ministério da educação que introduziria na grade horária obrigatória algumas aulas de educação sexual em que os profissionais que discutiriam o assunto com os adolescentes fosse especializado nesse tipo de ocasião. Também é importante que seja inserida uma campanha para que as pessoas entendam a grande importância que aulas de educação sexual possuem além de impedir que a crença comum e extremamente erronia de que esse tipo de aula influencia os jovens a “seguir o mal caminho” seja reconhecida como verdade.