Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 09/04/2020
Não há dúvidas de que, no Brasil, a gravidez na adolescência é muito preocupante, uma vez que é um problema social e de saúde pública que cresce cada vez mais no país, de maneira precoce. Surpreendentemente, a cada mil meninas, aproximadamente 68 bebês nascem, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde). Dessa forma, infelizmente muitas pessoas não apresentam condições financeiras boas para a compra de métodos contraceptivos, além de haver a grande falta de conversa entre os jovens e os pais. Certamente, é fundamental que haja ações que visem minimizar esse problema, para que os adolescentes consigam viver uma vida saudável sem preocupações.
Indubitavelmente, é perceptível que uma das principais causas para essa problemática é a falta de diálogo dos pais com os filhos em relação à educação sexual. Infelizmente, nos tempos atuais, os pais ainda tratam o sexo como tabu. Por isso, grande parte dos indivíduos na puberdade são desinformados e realizam atos sexuais de maneira errada, o que, consequentemente, aumenta a taxa de gravidez precoce na nação brasileira e as moças são altamente prejudicadas, tanto no ambiente escolar, quanto na vida social.
Ademais, é certo que outro grande fator que favorece esse obstáculo é a baixa condição financeira de muitos cidadãos, que não apresentam dinheiro para a compra de métodos contraceptivos, como a camisinha. Assim, jovens realizam as atividades sexuais de forma desprotegida e insegura. Por consequência, além do surgimento de mais grávidas, há também o crescimento de pessoas com doenças sexualmente transmissíveis, como a AIDS, que surgiu nas décadas de 60 e 70 devido à falta de informação e proteção do povo.
Em suma, é essencial que haja ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência. Portanto, faz-se necessário que o Governo proporcione mais conhecimento aos pais, por meio de palestras conscientizadoras que visem mostrar à eles o quão importante é apresentar diálogos com os filhos, e assim, a educação sexual comece dentro de casa. Além disso, as autoridades estaduais, juntamente com a OMS (Organização Mundial de Saúde), devem fornecer métodos contraceptivos gratuitos, por meio da disponibilização de verbas que visem ser utilizadas em campanhas doadoras à população, para que a falta de acesso à medidas preventivas não seja mais responsável pelo aumento da gravidez na adolescência.