Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 13/04/2020

De acordo com o IBGE(Instituto brasileiro de geografia e estatística), a taxa de natalidade por mães adolescentes no país, teve queda de 17% nos últimos anos. Mas isso não significa que os cuidados podem ser deixados de lado, pois, de acordo com a OMS(organização mundial da saúde) esses números são bastantes autos, considerado com a taxa em países desenvolvidos.

Com isso, é possível observar que que campanhas de políticas públicas devem ser criadas. Dando ênfase na educação sexual de jovens adolescentes entre quinze e vinte anos, já que estes são os principais alvos a respeito deste tipo de informação. Ainda sobre isso, nota-se que a maioria dos casos de gravidez na adolescência, é mais visível ao meio onde os indivíduos pertencem a famílias de baixa renda, consequentemente, logo é visto que os mesmos não tem acesso à uma educação sexual que seja essencial para a prevenção de gestação indesejada.

É preciso ressaltar os graves problemas tanto físicos quanto psicológicos que podem ser adquiridos juntos à uma gravidez não planejada, sendo que o que merece uma atenção especial é o abandono escolar, ato que pode ser prejudicial para toda a vida, inclusive para a criança. Nota-se que os adolescentes estão iniciando suas atividades sexuais cada vez mais cedo e, sem informações de como praticar um ato seguro, assim prevenindo-os de contagio de DSTs(doenças sexualmente transmissíveis) junto a gestação precoce.

Diante do exposto, o Governo, como provedor do bem comum, deve junto as secretarias de educação dos municípios e o ministério da educação e cultura, implementar um novo módulo na educação básica sexual nas escolas públicas e privadas de todo o país, e, com o apoio da base familiar, esse percentual possa se reduzir cada vez mais.