Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 21/04/2020

Segundo dados do IBGE, de cada cinco bebês que nascem, um tem a mãe com idade entre 15 e 19 anos. Portando, é uma questão a ser resolvida, pois para estes adolescentes terem filhos em idade precoce é por falta de orientação.Assim os responsáveis devem passar as informações necessárias  à estes, ao mesmo modo deve respeitar a decisão de praticar o ato sexual, sem julgamentos.

Para a presidente da SGP, Marise Tofoli, os adolescentes precisam de orientação e conscientização. “Os pais precisam romper as barreiras quando o assunto envolve sexualidade. Nota-se que, os pais ou responsáveis devem incentivar o diálogo, trocando informações com seus filhos, para que assim eles aprendam a se prevenir, e desta forma não estará incentivando o ato sexual, e sim, prevenindo uma possível gravides indesejada ou até mesmo doença.

Em segundo plano, percebe-se no adolescente a insegurança juntamente com a falta de confiança em abrir o “jogo” para família, desse modo, dificulta o diálogo entre eles. Diante disso, nota-se que o medo do julgamento é bem maior do que o de se ter uma gravides indesejada ou de adquirir uma doença.

Diante disso, que o diálogo nas famílias sejam mais presentes e sempre com orientações. Assim, digo que o ministério da saúde junto com ministério da educação divulguem e incentivem o uso de camisinhas, anticoncepcionais ou até mesmo o uso de diu, sempre ressaltando que a camisinha deve ser usada em todas as situações. Desse modo, diminuirá os números em relação a gravides precoce e até mesmo de doenças transmitidas sexualmente,desta maneira,tendo também uma sociedade com mais conhecimentos.