Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 29/04/2020
Muito discute, hodiernamente sobre meios para redução da gravidez na adolescência, sendo em sua maioria entre meninas de baixa renda e que não sabem se prevenir adequadamente, ocasionando em gravidez de risco, que podem levar a morte e problemas psicológicos. Isso mostra a necessidade do diálogo sobre essa temática.
É importante observar os problemas causados por uma gravidez precoce, pois segundo o Ministério da Saúde ocorreram o total de 274 mortes relacionados com a gravidez na adolescência em 2004. Além disso, existem os danos psicológicos por não terem suas expectativas supridas ou por não conseguirem sustentar a gravidez, somado a falta de apoio dos familiares e exclusão dos amigos. Esses fatores evidenciam que medidas devem ser tomadas.
Essa situação se deve ao maior incidente de gravidez na adolescência ser entre jovens de classes mais pobres. O documentário “Meninas” evidencia isso, nele é acompanhado a gestação de quatro moradoras de comunidades carentes do Rio de Janeiro. Segundo dados, a maioria das meninas conhecem os métodos contraceptivos, mas não sabem usá-los corretamente. Mostra-se, assim, a importância da educação sexual nas escolas.
Diante do exposto, portanto, é necessário que o Ministério da Saúde expanda o acesso a métodos contraceptivos e que sejam iniciados programas de educação sexual nas escolas, com profissionais especializados na área. Faz-se necessário também a criação de leis que garantam psicólogos e médicos remunerados para fazer grupos de trabalho em unidades básicas. Cabe, ao cidadão, o papel de família, conversando com os filhos e dando total apoio. Com isso, espera-se que o número de adolescentes gravidas reduza.