Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 04/05/2020

Com o advento da revolução sexual desenvolvida na metade do século xx, com a intenção de romper com os códigos tradicionais de comportamento relacionados à sexualidade humano, assim como a tentativa de informar, propagar e conscientizar à importância dos métodos contraceptivos nas relações. Em concomitância com as informações mencionadas, de acordo com o portal de notícias UOL, os índices de relações interpessoais aumentaram nos últimos anos, além dos inúmeros casos de gravidez na adolescência. Isso se evidencia não só pela ausência de instrução, mas também pela falta de políticas públicas. Logo, são necessárias ações educacionais governamentais para amenizar essas problemáticas.

Em primeiro lugar, torna-se evidente os fatores emergentes responsáveis pelo acréscimo no número de grávidas na adolescência, tendo em vista relatórios noticiados, por meio do Ministério da Saúde (MS), tais como a falta de informação, assim como a inacessibilidade aos métodos contraceptivos, em virtude dos preços. Em síntese, esses termos corroboram com o aumento de gestações, além de potencializar os riscos de doenças sexualmente transmissíveis.

Em segundo lugar, o Brasil vivenciou uma progressão nas taxas demográficas no século xx, em decorrência dos baixos índices informacionais, em adição com as faltas de políticas públicas, que por conseguinte desencadeou um ciclo de pobreza e exclusão social, na medida que o custo de vida elevava de forma proporcional ao número de filhos. Hodiernamente, conforme o levantamento realizado no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE ), os maiores índices de gravidez na juventude são acometidos pelas camadas mais pobres da sociedade. Dessa forma, as informações expostas contribuem para o abandono escola, como também a perpetuação da miséria.

Portanto, faz-se necessário que as instituições de ensino promovam em suas grades curriculares conteúdos a cerca da reeducação sexual, por meio de discussões, debates e relatórios em ambiente escolar, com a prerrogativa de alertar e informar sobre os agravantes mencionados. Ademais, o governo federal em concomitância com os meios midiáticos poderia propor alternativas para amenizar o controle de natalidade entre os adolescentes, por intermédio de campanhas publicitárias, além do governo propiciar pontos de coleta para a distribuição de contraceptivos. Sendo assim, a prática dessas estratégias amenizaria os casos de gravidez na juventude.