Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 06/05/2020

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), afirma que a cada cinco bebês nascidos, um deles têm a mãe adolescente - assegura que isso acontece através da falta de liberdade e comunicação de mães para filhas. Portanto, a falta de educação sobre relações sexuais e a baixa renda familiar das mães adolescentes, acarreta a gravidez precoce e uma gestação não segura.

Visto que a maioria das mães não mostram liberdade de expressão para com suas filhas, as mesmas buscam aprender o “não conhecido” no instituto de ensino. Porém, a escola não possui preparo específico para o ensino do descobrimento do corpo e relações sexuais. De tal forma que, as meninas procuram descobrir na prática ou optam por ter um diálogo diretamente com as próprias amigas, que sabem tanto quanto elas.

Ademais, as meninas que não possuem diálogo com suas mães, também não possuem meios de se deslocarem até uma UBS próxima, para  a retirada de métodos contraceptivos gratuitos. Por conseguinte, as garotas que engravidam na adolescência, geralmente não trabalham, da mesma forma que o pai do recém-nascido também não, tendo que parar os estudos e não realizando o pré-natal e nem consultas obstetras, pela falta de renda familiar, tanto própria, quanto dos responsáveis dos adolescentes  que são pais.

Considerando os aspectos mencionados, é necessário o desenvolvimento de métodos para reverter essas situação. O governo deve se reunir juntamente com as instituições de ensino, uma vez por mês. Com o intuito de levar uma psicóloga especializada em adolescentes a partir de doze anos, para terem palestras e motivações sobre a prevenção da gravidez. Sendo assim, distribuindo anticoncepcionais e camisinhas, explicando o modo de utilizá-los. Só assim seremos uma sociedade com adolescentes que possuem conscientização do que é e como funciona uma gravidez, com motivação à terminar os estudos e com o planejamento de engravidar.