Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 13/05/2020

No contexto social brasileiro, os números de casos de gravidez na adolescência vêm crescendo gradativamente e prejudicando a vida da adolescente. Esse cenário desafiador evidencia a necessidade de uma atuação mais contundente do poder público e das instituições sociais.

De fato, a gravidez na adolescência emerge como empecilho nas relações sociais, devido à escassez de informes educativos, muitas meninas não possuem o conhecimento necessário para ter os cuidados necessários e se preservar. Dessa forma, muitas garotas não fazem o uso dos métodos contraceptivos e, em consequência disso, acabam engravidando. Em decorrência da responsabilidade de criar um filho acabam abandonando os estudos e não conseguem ter um futuro privilegiado.

Acresça-se, ainda, que na série de televisão Gilmore Girls retrata que uma adolescente grávida foge de casa de seus pais para cuidar de sua vida, devido à falta de apoio e diálogos com os pais ou responsáveis. Diante disso, percebe-se uma escassez de apoio por parte das instituições sociais com as gestantes adolescentes. Esse cenário preocupante, evidencia a inexpressividade das instituições sociais para ter um apoio às adolescentes.

Portanto, cabe ao Poder Público intensificar a divulgação de informes educativo por meio das redes sociais, como Instagram e Facebook, com o fito de propagar maiores informações acerca da gravidez na adolescência e como evitar a gestação. Outrossim, compete as instituições sociais, como família e escola, promover palestras educacionais por meio de diálogos, com a presença de profissionais da área de saúde e também psicólogos, com o escopo de diminuir os números de gravidez na adolescência para que as meninas consigam ter um futuro próspero sem nenhum obstáculo.