Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 27/03/2021
Em malhação viva a diferença, reproduzida pela rede Globo, é retratado as dificuldades da gravidez na adolescência e o preconceito da sociedade com essas mulheres. Saindo da ficção a contemporaneidade, diversos problemas são associados a essas mulheres, o machismo e o preconceito da sociedade, que pode ocasionar doenças mentais, e a ineficiência do governo. Logo, urge que o Estado encontre meios para reverter esse cenário.
Em primeira análise, vale destacar que de acordo o sociólogo Max Weber, a família deve ser o primeiro núcleo a acolher o ser, caso contrário é dever do Estado. Por conseguinte tal afirmação corrobora com a gravidez na adolescência , uma vez que a família não aceita por preconceito é dever do Estado. Vale destacar que, é abordado pelo escritor Paiva Netto, que “ o vírus do preconceito agride mais que a doença”.
Em segundo análise, ainda que medidas tenham sido tomadas, como por exemplo, Tudo tem seu tempo, que visa educar os jovens sobre a gravidez na adolescência, a falta de diálogo sobre a prevenção, leva a gravidez precoce. Além disso, é valido destacar que apesar do dia 26 de setembro celebrar o dia mundial de prevenção a gravidez na adolescência, o machismo e o preconceito da sociedade impedem a propagação dessa causa.
Portanto, para diminuir o índice de gravidez na adolescência no Brasil, é necessário que o estado, em parceria com a mídia e o ministério da saúde, desenvolva campanhas, através de recursos da pasta, que abordem questões de prevenção a gravidez na adolescência, como foco no público entre 10 e 20 anos, a fim de conscientizar os jovens sobre o assunto. Ademais, as escolas deve oferecer total apoio para esse público.