Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 13/05/2020
A música é um meio que o índivíduo tem de expressar sentimentos e a maneira de ver o mundo. No entanto, quando inserido em um ambiente que incita a violência e a sexualidade, chega -se ao gênero musical funk, o ritmo da cultura brasileira. Suas letras desvalorizam a mulher e colocam-nas apenas como objeto de prazer para o homem. Com isso, em um país onde o sexo e suas vertentes estão enraizadas, é muito recorrente a gravidez na adolescência brasileira.
Acerca do impacto da gravidez precoce, podemos visar o abandono da escola. Cerca de cinquenta e oito de mil gravidezes são de adolescentes, segundo a Agência de Saúde. Ou seja, meninas menores de idade que não tem um ensino escolar completo reproduzem o que aconteceu no passado, onde a mulher servia apenas para cuidar da casa e reproduzir. É nítido, com tudo isso que, a falta de orientação na área de educação e a desinformação sobre métodos contraceptivos e saúde no sexo, é recorrente para essas adolescentes.
Ademais, o risco da violência por parte do parceiro é grande, já que de acordo com o levantamento feito pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), revela que 26% das mulheres moram com seus parceiros antes dos 18 anos, e portanto, o grau de orientação é baixo. Diante do fato, a Damares, ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, inspirada na política dos EUA, quer estimular o jovem a não fazer sexo, para que a soma o índice de gravidez na adolescência diminua. Todavia, o sexo é defendido pela maioria como um ato bom é natural, sendo ruim apenas a não orientados junto de suas consequências.
Diante do exposto, é incontestável que a informação seja passada e as mulheres sejam orientadas de forma correta. Para isso, o Ministério da Mulher, da família e dos Direitos Humanos poderia criar campanhas de orientação é informação sexual nas escola. A fim de mostrar métodos contraceptivos, infeções sexualmente transmissíveis e as consequências do descuido na hora do sexo. Dessa forma, o reflexo do funk poderá ser convertido em respeito, dignidade e liberdade para com essas mulheres.