Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 22/05/2020

Na série “Malhação Viva a Diferença”, é retratada a história de cinco adolescentes e suas distintas realidades. Em especial, é mostrada a história de Keyla, suas dificuldades e problemas com a gravidez na adolescência. Infelizmente essa história não se resume somente a ficção, sendo a realidade de muitas adolescentes, tendo suas principais causas o começo precoce da vida sexual e a falta de acesso e informação sobre os métodos contraceptivos.

Em princípio, cabe analisar que, a vida sexual dos adolescentes está começando cada vez mais cedo. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de cada cinco recém-nascidos, um tem a mãe com idade entre 15 e 19 anos.

Em seguida, é importante examinar, que com a falta de informação sobre os métodos contraceptivos, os adolescentes acabam fazendo uso incorreto, quando os usa. Da mesma forma, a falta de acesso é outro grande aliado, pois muitos postos de saúde não permitem que os adolescentes os receba sem o consentimento dos pais.

Em vista dos argumentos apresentados, é necessário a atuação dos ministérios da saúde e da educação, para que em conjunto possam fazer um plano de educação sexual nas escolas, em que os adolescentes possam aprender a usar e entender como cada método contraceptivo funciona e assim tardar o começo da vida sexual e evitar consequências indesejáveis. Além disso, é preciso, que o ministério da saúde faça uma melhor distribuição dos contraceptivos e que os postos de saúde disponibilizem folhetos com informações dos mesmos, e que permitam  os adolescentes de pegá-los sem precisar do consentimento dos pais. Portanto, tais medidas seriam eficientes para combater a gravidez na adolescência.