Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 21/05/2020
“No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho”, de maneira análoga ao trecho do poema Carlos Drumond de Andrade é possível estabelecer uma relação entre as pedras no caminho e a gravidez na adolescência. Já que a gravidez ocorrendo nessa fase da vida, fazem com esses jovens pais, tenha muitas dificuldades na criação, e as meninas são as mais prejudicadas. No entanto percebe-se irresponsabilidade do governo em relação a gravidez na adolescência.
A gravidez na adolescência ocorre com muita frequência segundo dados de 2019 da OMS são aproximadamente 400 mil nascimentos no Brasil. E segundo o IBGE cerca de 75% das adolescentes que tem filhos param de estudar, e menos da metade dessas meninas trabalham. E na maioria dos casos quem ajuda essas jovens são as suas mães e em muitos casos os pais não ajudam na criação e na sua família.
E Leila Cury Tardivo psicóloga é professora da USP, afirma que a maioria da gravides na adolescência é por falta de intervenções culturais. Ela acredita que o governo deveria criar programas em comunidades já que o lugar que mais ocorre a gravidez. Fazendo com que os jovens tenha mais apoio e distracções.
Para a diminuição da gravidez na adolescência o ministério da saúde juntamente com o da cultura devem fazerem intervenções, com as adolescentes e com os pais ou responsável. Eles devem da apoio a mães de pré-adolescentes, alertando o risco da gravidez nessa fase e como essas mães devem ajudar seus filhos. Para os pré-adolescentes deveriam promover grupos teatrais, musicais, dança ou curso profissionalizantes. E o lugar que realizasse os cursos poderiam tem palestras todos os mês sobre os riscos da gravidez, tanto físicos como psicológicos.