Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 22/05/2020

Tendo em vista que, nos dados estatísticos, a cada mil meninas, com idades entre 15 e 19 anos, 68,4 bebês nascidos são dessas mães adolescentes. De acordo com pesquisas, parte dessas gravidezes é de jovens meninas de baixa renda, que moram em bairros pobres ou em periferias.

A maioria dessas tem medo da rejeição de amigos e familiares com o receio de ser expulsa de casa; além disso, o pai da criança não dá o devido apoio e os amigos viraram as costas, a melhor saída que encontram é ocultar a gravidez, podendo trazer sérios riscos de saúde para o bebê e até mesmo para a própria mãe.

O uso de cintas modeladoras é meio mais frequente, para esconder a barriga, mas não é recomendado, pois pode trazer complicações durante a gestação ou até na hora do parto. As cintas modeladoras podem causar compressão do útero, da bexiga e de artérias e veias importantes, dificultando a chegada de oxigênio e nutrientes para o bebê.

Em vista dos argumentos apresentados, o programa de educação sexual é mais aconselhável para que os jovens esclareçam suas dúvidas, sendo o apoio das escolas e das famílias também é bastante importante. Estabelecer diálogo sobre “sexo” amenizaria os casos de gravidez precoce. Por fim, o uso de métodos contraceptivos, como por exemplo, anticoncepcionais, camisinhas e pílulas e a ajuda de profissionais da área, juntamente com o esclarecimento de dúvidas, reverteriam em ótimos resultados para evitar uma gravidez não desejada.