Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 23/05/2020
Desde a Idade Média e Moderna com o advento da Monarquia e até hodiernamente com a alta do sistema presidencialista, é inegável que o governo exerce uma grande influência na vida das pessoas. Nesse sentido, visto que a gravidez na adolescência é um dos principais problemas brasileiros, é notório a importância das ações governamentais para o controle de tal situação, entretanto também é importante ressaltar que há uma grande necessidade da conciliação entre o governo e a família, pois apenas assim é possível alcançar a redução de tal problema na sociedade.
Em primeiro plano, a consolidação das ações tomadas pelo governo diante do problema é um objetivo que deve ser alcançado. Dessa forma, pode-se relacionar o programa governamental “PROERD” como um exemplo de consolidação, visto que esse é uma medida educacional contra às drogas e à violência iniciada em 1992 no Brasil, e que se mantém até os dias atuais. Tal estabilidade é necessária para que não se tenha a criação de algo frágil e de curta duração, pois tais ações devem servir em longo prazo para que assim as medidas mantenham suas funcionalidades.
Ademais, é imprescindível que as ações governamentais só irão obter êxito com a ajuda da família. Dessa maneira, com a família fazendo a sua parte e educando o adolescente de maneira convergente à tais ações, é visível que o processo de instrução que visa o combate à gravidez na adolescência será mais inteligível, visto que a adolescência é uma fase da vida onde se tem a necessidade do recebimento de instruções e apoio para a formação de um conhecimento sólido e responsável.
Impende, portanto, que a gravidez na adolescência deixe de ser uma realidade. Nesse sentido, cabe ao Governo, iniciar medidas como a educação sexual nas escolas e palestras destinadas aos alunos e à seus familiares. Tais medidas visam respectivamente uma ampliação do entendimento dos adolescentes sobre si mesmos e um maior compartilhamento de conhecimentos sobre o problema de fato, fortalecendo assim a conciliação entre o governo e a família em tal revés brasileiro.