Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 26/05/2020

No período regencial brasileiro, em meados do séc. XVII, Dom Pedro II, ainda criança e despreparado, começou a reinar na então colônia portuguesa. Nesse sentido, a questão atual à  respeito da gravidez na adolescência, retoma a forma precoce com que menores de idade, desde muitos anos atrás, lidam com temáticas inadequadas para suas faixas etárias. Desse modo, se revela a falta de ações governamentais vigentes, associada à mentalidade atrasada na sociedade atual, como pivôs desse problema.

Em primeiro lugar, “a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”, como assegurou o ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela. Sendo assim, a escassez de investimentos na base da sociedade, comprovada por meio do baixo nível acadêmico dos alunos e da estrutura falha, se torna uma das causas da problemática em questão, tendo em vista que as principais garotas atingidas por esse male vivem em meios precários e dependem do do retorno monetário do governo, sendo por meio de doações ou de acesso a um ensino de qualidade.

Sob esse viés, é notório que a série televisiva “Anne With An E” possui uma ligação à presente realidade, por meio da observação da mentalidade atrasada tanto na obra, como nos cidadãos da atualidade. Com isso, são estabelecidos tabus para com assuntos que se dirigem a sexualidade, e isso se comprova à partir do momento que pais e filhos não se sentem confortáveis para abordar o tema, gerando curiosidade nesses pequenos, que acabam saciando suas dúvidas de maneiras diversas, podendo gerar como resultado a gestação indesejada.

Portanto, é mister que atitudes sejam tomadas para que o quadro presente seja alterado. Nesse efeito, o Ministério da Educação associado à instituições de ensino devem promover palestras que instruam os alunos na prevenção e riscos de uma relação sexual. Tais palestras podem ser ministradas no período oposto da grade escolar, contando com a presença de educadores, profissionais da saúde e de casos reais de jovens que passaram pela situação. Assim, será possível que a informação e a responsabilidade pública solucionem mais uma das problemáticas que já deveriam ter sido dadas como encerradas.