Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 28/05/2020
Juventude Fragilizada
O Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) garante o desenvolvimento da adolescência, principalmente a respeito da educação e saúde. Contudo, atualmente, no Brasil devido a gestação precoce e suas consequências sociais e psicológicas jovens tem seu progresso na educação afetado, em razão da falta de informação, fragilizando o ECA.
Em primeiro plano, a falta de informação está relacionada a alta taxa de gravidez durante a juventude. Segundo o filósofo Immanuel Kant “O conhecimento não se restringe só ao saber, mas como utiliza-lo também.”. Dessa forma, o desconhecimento do jovem aliado a falta de orientação, por consequência a baixa conscientização sobre os riscos, eleva o número de casos de gestação no período da mocidade.
Ademais, a gravidez é um dos principais fatores da evasão escolar entre os jovens. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística a gravidez precoce representa um terço dos indivíduos que abandonam a escola sem concluir o ensino médio. Diante disso, os impactos da gestação implicam não só na formação e educação do jovem devido ao abandono escolar, mas também, dificultam o ingresso no mercado de trabalho em virtude da a baixa escolaridade.
Portanto, é necessário que o governo e a sociedade cooperem a fim de minorar a alta taxa de gravidez na adolescência para garantir um desenvolvimento correto desses indivíduos como assegura o ECA. Cabe ao Ministério da Saúde criar palestras sobre os riscos e consequências da gravidez na juventude com profissionais da área de saúde. Essa ação deve ser implementada nas instituições de ensino a fim de conscientizar os jovens sobre gravidez com o intuito de tardar o início da vida sexual. Outras medidas para diminuir o número de gestação durante a juventude, mas de acordo com Oscar Wilde “O primeiro passo é o mais importante para o homem ou nação.”