Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 15/06/2020
Em 1988, foi promulgada com base nos Direitos Humanos a Constituição Federal , tendo como previsão fundamental o direito á saúde e á educação para os brasileiros. Mediante a isso, após 32 anos da Constituição nota-se que não obteve sua total amplitude, uma vez que a falta de conhecimento populacional gerada pela negligência estatal são fatores que auxilam a crescente taxa de adolescentes gravidas, tornando então questão de saúde pública.
Em primeiro plano,a gravidez na adolescência não é um problema atual no Brasil visto que , sempre esteve presente na sociedade entretanto não recebia sua devida atenção. Posto isso, é válido analisar que uma gestação nessa faixa etária - entre 12 a 19 anos- é prejudicial pois, na maioria das vezes, a mãe interrompe as estudos, o que pode afetar o futuro da mãe e da criança. Outrossim, a gravidez na adolescência pode ser, ás vezes, fruto de uma violência sexual, o qual ocasiona angústias permanentes na vida da jovem mãe.
Em segundo plano,é necessário frisar a falha do Estado em promover políticas públicas para amenizar a problemática. O governo deveria ter nas escolas meios de orientação acerca de como evitar uma gestação logo, que na maioria das vezes, os responsáveis não conseguem explicar para os filhos as formas de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e da gravidez, isso ocorre pelo desconhecimentos dos pais sobre a vida sexual dos filhos, ou até mesmo a desleixo com eles.
Portanto,cabe aos Estados,por meio de um planejamento adequado, estabelecer políticas públicas efetivas que auxiliem a população. Dessa forma, para que os índice de gestação indesejada diminua entre os jovem é necessário a atuação do Ministério da Educação em consonância com o Ministério da Saúde, órgãos responsável em promover a educação e saúde no território brasileiro, elabore aulas sob educação sexual nas escolas e em centros recreativos voltados para jovens, as aulas dadas serão ministradas por professores, que receberam curso aplicado por profissionais de saúde com ginecologista. Tais medidas visam resolver a questão de saúde pública na Brasil, utilizando a Constituição Federal.