Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 23/09/2020

No limiar do século XXI, as medidas estatais cabíveis para a redução de gravidez precoce é de suma importância para a sociedade. Em decorrência disso, não só a educação sexual em escolas, mas também palestras e seminários periódicos para os pais ensinarem os atos corretos a fim de não acontecer tal consequência. Entretanto, os efeito deletérios quando acontece a gravides , como doenças psicológicas, e a grande quantidade de violência sexual, entre crianças e adolescentes, ocasionam efeitos nefastos para a população. Logo, com o escopo de mitigar tais infortúnios, medidas governamentais e sociais são fulcrais.

Efetivamente, a educação sexual nas escolas apresentam benefícios à sociedade, haja vista que essa ação governamental ajuda a prevenir, por exemplo, a gravidez na adolescência. Nessa perspectiva, Ministro da Saúde defende educação sexual nas escolas, o ex-Ministro Mandetta relatou que a educação é importante para reduzir gravidez precoce. Nesse contexto, com o advento do Governo, terá um melhor ensino para a população mais jovem, a quantidade de adolescentes gravidas será menor, haja vista que a educação pode proporcionar uma melhor qualidade de vida para essa meninas futuramente, além de aprenderem atos sobre educação sexual. Contudo, várias consequências maléficas são ocasionadas pela gravidez na adolescência, como a depressão e a ansiedade, prejudicando a vida profissionalizante. Desse modo, o Governo deve agir nessa mácula social, mostrando que a educação pode minorar esses índices de gravidez.

Ademais, o ensinamento na própria casa, desde a infância, acarreta benefícios à sociedade. Nessa óptica, o Ministério da Saúde, junto com outros ministérios, instituiu no início de 2019 a lei para a Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência, a qual será discutido como minimizar essa advertência e, consequentemente, ensinando aos pais como devem se posicionar nessa ocasião. Todavia, a violência sexual, entre crianças e adolescentes, cresceu no ano de 2019. Nesse panorama, de acordo com o Governo Federal, dos 159 mil registros feitos pelo Disque Direitos Humanos no decorrer de 2019, 86,8 mil são de violações de direitos de crianças ou adolescentes. Dessa maneira, a família deve agir no enfretamento desse viés.

Destarte, o Governo deve realizar investimentos na educação, por intermédio de conversas e de consultas com pedagogos, mostrando que a gravidez na adolescência será minimizada e, principalmente, as doenças psicológicas serão menores, com o fito de minimizar esses atos. Outrossim, a família deve realizar os atos corretos para diminuir essa situação, desde a infância, por meio de conversas, a fim de minorar esse prboblemas.