Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 15/06/2020
A prevenção, é a melhor opção.
Sancionada em 1934, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional garante a todo indivíduo brasileiro um ensino acadêmico e cidadão. Entretanto, a realidade não condiz com a sancionada , na qual a formação humana é esquecida ou deixada de lado. Isso acarreta em problemas sociais latentes no país, como é o caso da gravidez na adolescência. Assim, pelo fato das principais instituições educacionais do ser, como é o caso da família e da escola), não abordarem esse tema, seja por desinteresse, seja por haver um tabu, cada vez mais jovens entram na vida sexual sem instruções corretas.
Em primeira análise, é de se esperar que sendo a primeira forma de educação, a família fosse um local de troca de ideias e instruções , entretanto, boa parte dos jovens brasileiros não tem esse tipo de sustento. Isso ocorre pelo fato do sexo ainda ser um tabu, chegando ao ponto de se comparar com a Idade média, onde transar por prazer era considerado pecado. Dessa maneira, muitos adolescentes aprendem sobre esse tema em outros recursos sociais, como em musicas e na internet, que muitas vezes pressionam pelo início precoce da vida sexual. Assim, muitos iniciam a prática sem ter contato com a teoria, gerando fatos indesejados como a gravidez.
Em segundo ponto, é importante caracterizar a escola como uma instituição de formação cidadã, e não apenas de ensino. Isso faz com que seja iminente a necessidade de abordagem de temas sociais com os jovens, inclusive a orientação sexual. A implicação disso seria muito positiva para a sociedade e para o governo, pois por se tratar de um ser vivo, a prevenção é a única forma de evitar a gravidez indesejada, além de dar recursos educacionais para quando esses estudantes se tornarem pais, e tiverem que abordar desse tema com seus filhos.
Assim, faz-se necessário que o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, junto com o Ministério da Educação promovam palestras virtuais para a formação dos pais e responsáveis, ensinando-os a como abordar a orientação sexual com os jovens. Além disso, é imediata a necessidade de inclusão de aulas de formação humana ,pelo MEC, como um componente curricular obrigatório, na qual abordaria temas sociais, dentre eles, o como se prevenir a gravidez na adolescência. Dessa maneira, apropriaremos a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional à realidade brasileira, e as utilizaremos de maneira a avançar como sociedade e nação.