Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 11/06/2020

O assunto “gravidez na adolescência”, deve ser discutido com delicadeza, pois, as meninas que se tornam mães cedo corre riscos de ter sérios problemas futuramente, como, psicológico, físico, financeiro, familiares entre outros.

observa-se que, a taxa de adolescentes entre 15 à 18 anos é alta, e a maioria delas são meninas que não tem condições de ter um filho, pois, não tem dinheiro suficiente nem para se alimentar. Com isso, carregam consigo um fardo pesado e também problemas psicológicos, como transtornos, depressão e muitas vezes tentam se matar, problemas  físicos,  com uma certa dificuldade de se locomover pelo peso da barriga, cansaço entre outros, financeiros, não tendo dinheiro para se manter e manter a criança. No começo, algumas delas com medo da reação dos pais escondem a gravidez e foge de casa com o namorado e outras já falam, pois, tem uma intimidade maior com eles, os pais tem um papel fundamental na vida do filho, ensinar a prevenção, explicar a importância dela e ajudar com a dificuldade. Muitas meninas hoje em dia sofrem sozinhas por não ter o apoio dos pais, portanto, vão morar com o namorado e começa a passar por apertos ou até mesmo por agreções.

Visto isso, as adolescentes que passam por essas dificuldades muitas vezes não tem o apoio dos pais e acabam se dando mal. Se os pais ajudassem mantendo os seus filhos informados evitaria esse transtorno, nas escolas poderia ter mais palestras sobre a prevenção, e sobre a gravidez na adolescência falando das dificuldades, o governo poderia ajudar fazendo uma ong ajudando os adolescente que não têm o apoio da família, assim, não haveria tanta gravidez na adolescência.