Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 11/06/2020
Segundo pesquisas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) o índice de gravidez na adolescência no Brasil cresce à cada ano. A falta de educação sexual para crianças e adolescentes tem gerado um índice muito elevado em relação a gravidez precoce, muitos desses casos ocorrem pelo fato da desigualdade social que se encontra no Brasil. Muitas das jovens que engravidam na adolescência acabam deixando seus estudos, pois não tem com quem deixar seus filhos para estudar, ou até mesmo precisam trabalhar para se manterem.
A desigualdade social no Brasil tem afetado os brasileiros de diferentes formas. Para jovens com uma classe social mais baixa é comum que a gravidez não seja algo a ser discutido, geralmente as mesmas são frutos de uma gravidez na adolescência. Muitos dos casos ocorrem pela ausência da educação sexual, seja nas famílias ou nas escolas. Alguns pais não se comunicam com seus filhos por vergonha ou por acreditarem estar incentivando-os a terem relações sexuais.
Na maioria dos casos os parceiros dessas jovens não assumem seus filhos, deixando os cuidados apenas para a mãe. Em casos como este, em que a jovem não possui ajuda durante a criação, é comum que a mesma deixe seus estudos para dar os devidos cuidados ao seu filho, e assim procurando emprego para que possa sustenta-lo.
O Ministério da Saúde (MS) junto ao Ministério da Educação (ME) devem criar aulas de educação sexual nas escolas de rede publica para que os jovens tenham a conscientização da gravidez na adolescência e de métodos contraceptivos. Cabe ao MS criar campanhas em locais onde a desigualdade social se encontra fortemente, pois nesses locais o acesso a informação geralmente é mais precário. O MS junto à Mídias Sociais devem realizar campanhas tele-visionadas para a concientização dos métodos contraceptivos e da gravidez precoce. Para que assim a gravidez na adolescência não seja uma problemática no Brasil.