Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 11/06/2020
No século em que vivemos com os avanços tecnológicos, precisamos de argumentar problemas da atualidade, sendo um deles a gravidez na adolescência e sua interferência psicossocial na sociedade brasileira.
Primeiramente, deve-se destacar que a maioria de casos de adolescentes grávidas, é localizado em zonas rurais do país, porque não há acesso à informação como nas grandes capitais e centros urbanos, onde o pensamento de se casar e ter filhos começa mais cedo. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no ano de 2016, a cada 5 partos, 1 era de mãe adolescente entre 15 e 19 anos de idade. Para a Dra Lilian Day Hagel, Médica Pediatra houve diminuição dos casos de gravidez precoce, mas que ainda o plano de conscientização nas escolas , postos de saúde e outros é primordial pra que os índice de casos continue cada vez mais baixo.
Além disso, de acordo com a psicologia, mães que tenham seus filhos precocemente, desenvolve problemas psicossociais, pois seus corpos ainda se encontram em desenvolvimento e em grande fase de mudanças físicas e hormonais, que aumenta o índice da mortalidade infantil que na ‘‘gravidez adolescente’’ é bastante destacado com 20% dos casos no Brasil. Outro desafio que devemos levar em consideração é o abandono dos estudos de mães que nãos conseguem conciliar os estudos com os para cuidados aos recém nascidos, prejudicando sua educação e sua evolução de vida perante a sociedade. Na internet , vemos vários relatos de mães e pais que conversam com seus filhos sobre métodos contraceptivos (camisinha, anticoncepcional entre outros) , além das campanhas dos postos de saúde e programas do governo , que em pleno século 21, é dever , para todos os cuidados e de uma melhor qualidade de vida, falar sobre sexualidade, que começa precocemente e aproveitar a liberdade de se expressar com seus filhos, que a maioria são ligadas nas redes sociais como facebook ou twitter e poder sempre ter um dialogo sobre o assunto.
Portanto, com as redes sociais e internet, a velocidade de transmitir informação, é a maneira mais rápida e prática, com a ajuda de aulas nas escolas sobre o assunto, pois educação sexual é importante sim para o aprendizado, além dos diálogos entre pais e filhos. Em meio as cidades mais distantes, a população já esta tenho mais acesso a tecnologia ,o que todavia ajuda para acesso da leitura e transmissão de informatizações importantes, lembrando que o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza gratuitamente Métodos Contraceptivos para todo individuo sexualmente ativo.