Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 11/06/2020
No cenário atual, mesmo com todos os métodos contraceptivos, é difícil encontrar jovens com idades até vinte anos, que ainda não foram mães. Muitas delas acabam carregando à responsabilidade dupla, pois muitas vezes a ausência do pai acontece nos primeiros meses da gestação.
Necessitamos saber que a melhor forma de diversificar a abordagem, sobre a prevenção da gravidez na adolescência acontece primeiramente dentro dos lares, como a conversa aberta e esclarecedora com os filhos no início da vida sexual.
Os locais onde encontramos mais casos de mães jovens, são as regiões periféricas, onde existe a maior falta de informações sobre educação sexual e a ausência de uma educação básica nas escolas, que acaba atingindo gravemente os adolescentes brasileiros.
É importante priorizarmos diálogos, palestras, o foco na consientização do assunto em redes sociais, que é um local de fácil acesso para a repercução. O governo por sua vez pode facilitar o acesso aos métodos contraceptivos, aumentando assim a oferta de opções como diu, pílulas anticoncepcionais e até mesmo a laqueadura se for a opção da jovem, são ações importantissímas, uma vez que alertamos os jovens que uma gravidez precoce envolve muito mais que questões fisícas, será reduzido os casos da gravidez não intencional. Pois muitas jovens abrem mão dos seus estudos para se dedicar totalmente ao filho, acarretando isso, consequências futuras como a inconclusão dos estudos, e até mesmo a dificuldade no mercado de trabalho.