Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 11/06/2020

Com a gravidez na adolescência, podendo prejudicar a vida letiva e a saúde do jovem, o governo deve providenciar ações para a redução desse índice, onde pesquisas mostram que dos quase 3 milhões de nascidos em 2016, 480 mil eram de mães entre 15 e 19 anos, havendo quaisquer planejamento para o sustento do recém-nascido.

Dessa maneira a falta de educação sexual o fator principal que explica o número gravidez na adolescência, pois havendo informação sobre a vida que o jovem supostamente levará e os possíveis riscos, visto que com as informações corretas, como os perigos de contrair uma doença, e a responsabilidade de criação de uma criança, evitará uma gestação indesejada.

E por isso, a janela para evitar e resolver que jovens engravidem precocemente é o da informação passada por educadores e pelos próprios pais, a fim de manter uma perspectiva de vida saudável de escolha que o faça leve em consideração a vida que irá gerar. Para a presidente da SGP, Marise Tofoli, os adolescentes precisam de orientação e conscientização. “Os pais precisam romper as barreiras quando o assunto envolve sexualidade".

Sendo assim, por meios de programas e campanhas sócio educativas do governos, visando a conscientização da família e do jovem, o governo tem como medida ações sociais, para que o futuro dos jovens não sejam prejudicados.