Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 11/06/2020
No que concerne a gravidez na adolescência tem se tornado uma problemática atualmente,de acordo com os dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) o número de gravidez precoce vem crescendo no decorrer do tempo, a cada cinco bebês que nascem um tem a mãe com idade entre 15 e 19 anos, o que de fato afeta a vida psicológica e social da grande maioria dos adolescentes.
Entretanto a gravidez precoce atinge mais as adolescentes da periferia e de baixa renda, ou seja, à população mais pobre. Essa problemática interfere na vida social das adolescentes fazendo com que abandonem a escola e dificultando sua entrada no mercado de trabalho, pois o mercado de trabalho exige que tenha terminado seus estudos, como também é fato que as adolescentes a qual sofre com esse processo, também passa a depender dos seus companheiros o que também faz aumentar a violência contra a mulher, 50% dos casos de violência doméstica são sofridos por mulheres adolescentes.
Além disso à assistência social e de psicologia são as mais acionadas nesta relação, as adolescentes depois da gestação sofre com depressão pós-parto, a qual, faz aumentar o óbito precoce de bebês, 20% da mortalidade infantil no Brasil são nascidos de mães entre os 15 e 19 anos.
Portanto é necessário campanhas de conscientização, referente à vida social das adolescentes, para que sejam informadas e fiquem cientes do que uma gravides precoce pode causar na sua vida social, como também as redes governamentais devem investir nas entregas de remédios preventivos gratuitos, melhorar o acesso a consultas com psicólogos especialistas no assunto, para atender as adolescentes que já passam por essa problemática e palestras sobre à ‘‘gravides na adolescência’’, trazendo as informações necessárias sobre a vida sexual e planejamento familiar, e como devem evitar uma gravides precoce, afim de manter todos informados, e dessa maneira diminuir os casos.