Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 11/06/2020
A gravidez na adolescência no Brasil tem diversos fatos para que as adolecentes sejam mães cada vez mas novas. Alguns deles são: a falta de informação em relação a como se previnir durante o ato sexual com o seu parceiro e falta de diálogo entre país e filhos que ainda hoje em pleno século 21 é uma barreira a ser quebrada.
No Brasil a cada 5 bebês 1 tem a mãe adolescente, afima o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística que mostra claramente que mesmo que nos últimos 10 anos tenha diminuído em 17% o número de grávidas na adolescência afima (IBGE) o Brasil ainda precisa fechar muitas lacunas, para que consiga levar informação para todos os adolescentes que começaram ou irão começar a sua vida sexual.
A educação sexual deveria vir primeiramente de dentro de casa através dos pais com conversas educativas, porém muitos pais se sentem incomodados ao tratar do assunto, muitas vezes negligenciando as informações sobre como se previnir, para que serve o uso da camisinha, porque deve usar camisinha durante a relação e outros assuntos como esse. Essa falta de informação reflete muito na vida dos adolescentes,. Muitas adolescentes ao descobrir que irão ser mães acabam abandonando os estudos por não conseguirem conciliar a vida de mãe cheia de responsabilidades á vida cotidiana de estudos. Um dado trazido pelo sistema de informação sobre nascidos vivos aponta quê dos 3 milhões de nascidos em 2016, cerca de 480 mil são de mães adolecentes dados preocupante que devem ser revertidos logo.
Para solucionar esse problema o governo juntamente com a organização da saúde devem investir em campanha educativa sobre a relação sexual na adolescência, trazer debates públicos para quebrar o silêncio sobre os adolescentes se relacionarem cada vez mas cedo e da suporte aos pais de adolescentes para que possam terem conversas abertamente com seus filhos.