Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 15/06/2020

Atitudes indispensáveis do governo para a diminuição da gravidez na adolescência.

É notório o crescimento de casos de gravidez na adolescência atualmente, no Brasil. O número é bastante preocupante e requer muita atenção, será que é falta de conscientização? ou de diálogo? Por que as conversas sobre sexualidade ainda são um “tabu”?.

Devido a falta de informação e de comunicação, muitas adolescentes acabam tendo filhos muito cedo, podendo trazer alguns malefícios,como, o atraso nos estudos pois elas precisam parar de estudar para cuidar do neném, será difícil a entrada no mercado de trabalho e se for uma gravidez indesejada e for consequência de um estupro pode causar traumas permanentes. Segundo os dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a cada 5 bebês que nascem,1 tem a mãe com a idade entre 15 e 19 anos. Esse assunto precisa ser falado nas escolas e em casa com os pais, para a melhor orientação possível, principalmente a explicação sobre o uso de métodos contraceptivos, para evitar a gestação precoce e as doenças sexualmente transmissíveis. A Sinasc (Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos) mostra que 16% dos nascimentos, os recém-nascidos são filhos de meninas entre 15 e 19 anos de idade.

Em virtude dos fatos mencionados, para a redução de ocorrências, é necessário a  educação sexual que serve para o ensinamento dos jovens e não para estimulá-los como muitas pessoas pensam, porque a cada dia que passa os jovens estão iniciando a sua vida sexual com mais antecedência. Pela falta da comunicação com os responsáveis, algumas garotas tem o receio de contar aos familiares que estão grávidas podendo trazer riscos de vida para o feto e para ela mesma. Se começarem a abordar melhor esse tema, com certeza irão ajudar muitos adolescentes.