Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência

Enviada em 20/06/2020

É de conhecimento geral que, gravidez na adolescência está cada vez maior e pode gerar riscos para a saúde da mãe e da criança. Dados da OMS(Organização Mundial da Saúde) apontam que  a taxa mundial em 2016 sobre a gravidez precoce é estimada em 44 nascimentos para cada mil adolescentes entre 15 e 19 anos. A sociedade brasileira é de origem cristã, geralmente sexo e sexualidade são Tabus. Este problema da gravidez na adolescência é provocado por vários fatores. O governo deve trazer medidas preventivas em relação a gravidez precoce na sociedade.   Em primeira análise, verifica-se, que muitos adolescentes estão explorando cada vez mais cedo sobre a sexualidade e geralmente não possuem conhecimentos sobre a questão, acarretando gravidezes abaixo dos 18 anos. Um dos maiores fatores para a gravidez precoce é a falta de informação, dificuldade de comunicação e abusos sexuais. Muitos familiares não comentam abertamente sobre a educação sexual gerando desconforto e medo ao jovem ao falar a respeito. A religião e o conservadorismo ainda implantado na sociedade é uma das causas que motiva a falta de diálogo provocando a falta de informação dos jovens.

Em segunda análise, o governo brasileiro não executa devidamente seu papel em relação ao combate a gravidez na adolescência e não apresenta estratégias melhores para a redução desse fator. Não existe muitos investimentos e devida atenção em relação a educação sexual nas escolas para conhecimento ao público juvenil. Falta de informação em relação aos métodos e contraceptivos disponíveis de graça nos postos de saúde do SUS(Sistema Único de Saúde) contribuindo para falta de informação aos adolescentes.

É necessário que, o Ministério da Educação apresente políticas, ações e programas para autonomia e direitos do adolescente através de instituições educacionais. Escolas devem realizar medidas coparticipativas com as famílias, através de palestras esclarecedoras acerca da importância da educação sexual e o acesso aos métodos e contraceptivos.