Ações governamentais para a redução da gravidez na adolescência
Enviada em 03/07/2020
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de cada 5 bebês que nascem, um tem a mãe entre 15 e 19 anos. Com isso é notório o aumento de jovens engravidando, tanto por uma falta de diálogo entre pais e filhos, quanto a falta de ações governamentais para conscientizar os jovens.
Primeiramente, há um aumento de casos de gravidez na adolescência. Segundo o Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc) dos quase 3 milhões de nascidos em 2016, 480 mil eram filhos de mãe entre 15 e 19 anos. Portanto, relacionado a esse fato, uma das causas para esse aumento pode ser a relação parental inexistente, onde os pais não constroem diálogos com seus filhos para a educação sexual e consequentemente ter a sua infância e adolescência ameaçadas.
Outrossim, a falta de ações governamentais para educar esse jovens. Embora os maiores casos de gravidez precoce ocorra em famílias de baixa renda, o governo e a educação são fundamentais nesse processo, podendo criar campanhas para a distribuição de métodos contraceptivos para os jovens e instaurar nas escolas matérias relacionadas à educação sexual.
Em síntese, com o aumento de casos de gravidez precoce, o governo poderá efetivar uma lei para a criação de uma nova matéria no ensino fundamental e médio, relacionada a métodos contraceptivos, os riscos de engravidar na juventude e até criar um planejamento profissional para o futuro deles, assim o Brasil poderá solucionar esse problema.